domingo, 13 de abril de 2014

Comunidade decide projetos a serem apoiados em 2014


A Comunidade reuniu-se no dia 15 de março para elaboração dos projetos a serem apoiados em 2014, entre eles destacam-se:
- A produção de ovinos e bovinos em campo nativo e participação na Rede de Produtores do Alto Camaquã;
- Apoio ao Artesanato Rural, com produtos locais, organizado pelo grupo de mulheres;
- Apoio a produção de olerícolas e frutícolas de base agroecológica;
- Criação de Projeto da Culinária Rural, com produtos locais, organizado pelo grupo de mulheres;
- Ações Culturais locais, valorizando a história do nosso povo;
- Construção de Habitações Rurais com qualidade através do Minha Casa, Minha vida;
- Documentação das Pessoas da Comunidade no âmbito produtivo e social;
- Busca de recursos, convênios e realização de campanhas para viabilização dos projetos, bem como acesso á água, estradas e infra-estrutura comunitária básica.
Além disso ficou acertada a realização de reuniões mensais para organização social da comunidade.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Pecuaristas Familiares pedem reconhecimento do Governo Federal e Políticas Públicas

Pecuaristas Familiares pedem reconhecimento do Governo Federal e Políticas Públicas
 
    Lideranças Ligadas aos Sindicatos de Trabalhadores Rurais, Associações de Produtores e órgãos como EMATER, EMBRAPA, SDR, SEAPPA, UNIPAMPA, CONDER, bem como prefeitos e vereadores das regiões Sul, Campanha e Fronteira-Oeste estiveram presentes ontem no Encontro Regional de Discussão de Políticas Públicas para a Pecuária Familiar, realziado no CTG Prenda Minha. O Evento teve início ás 14:30horas, e foi apresentado pelo Sr. Cláudio Marques Ribeiro da EMATER Regional Bagé um diagnóstico da pecuária familiar no RS e após as demandas dos pecuaristas familiares pelo Sr. Nelson Wild – 2º Vice-Presidente da FETAG/RS.
 
    De acordo com Ribeiro o diagnóstico foi realizado para mostrar onde estão os pecuaristas familiar, qual seu modo de vida e as principais dificuldades dos mesmos. “ No estado nós temos mais de 60 mil famílias que vivem da produção de bovinos e ovinos de corte e a maioria vivem na Metade Sul. Esses produtores têm nas suas propriedades, 3 milhões de cabeças de gado, sendo que o rebanho do Estado são de 13 milhões de cabeças. Isso mostra a importância econômica para nosso Estado”, colocou.
    Já Wild mostrou que os Sindicatos tem dificuldades na hora de enquadrar os pecuaristas familiares nas políticas públicas existentes hoje e que é preciso criar políticas públicas específicas para este público. “ Temos muitas demandas como acesso á agua para consumo humano e animal, habitação, centros de manejo e melhoria da produção e da comercialização e também pedimos a ampliação da área de enquedramento nas polítcas públicas do Governo Federal”, salientou.
 
    Na participação dos pecuaristas familiares e entidades presentes, foi colocado que os governos tem que ter um olhar melhor para a produção da pecuária de corte familiar nas regiões com ambientes frágeis e no Bioma Pampa, utilizando técnicas conservacionistas do campo nativo e o olhar de preservação dos recursos naturais, sendo colocada a importância da pecuária familiar para conservação destes ambientes bem como da cultura local.
    O Deputado Federal Elvino Bohn Gass colou que vai trabalhar para alterar a legislação para voltar a enquadrar os pecuaristas familiares. “Vamos trabalhar no  Congresso para voltar a legislação para enqudrar o pecuarista até 6 módulos como era antes. É difícil pra quem não é da região entender a importância disso pra Metade Sul do Estado.” falou Bohn Gass.
 
    O Secretário de Agricultura Familiar do MDA, convidado para o encontro falou das ações que estão sendo realizadas pelo ministério, colocando as políticas públicas que estão dentro do Plano Safra 2013/2014, se compromentendo a estabelecer um diálogo com as entidades de representação da pecuária familiar no país para construção de um programa a ser lançado no próximo Palno Safra. “Nós podemos pensar nesta questão do melhoramento genético nas propriedades, na atenção maior com a ATER para este público, na valorização dos conhecimentos que estão sendo construídos aqui, mas isso acontecer tem que ser dialogado com as lideranças do setor”, frizou Bianchini.

    De acordo com Milton Brasil, presidente da Associação Regional Fronteira, idealizador do evento, o encontro serviu pra buscar o reconhecimento do pecuarista familiar nas políticas públicas do Governo Federal, precisamos avançar nas políticas sociais como a Previdência, crédito, assistência técnica, água, para melhoria das condições de vida da pecuária familiar. Vamos seguir nesta luta que começou em Bagé e se expandiu para o Brasil” Entre os encaminhamentos do Encontro ficou definida uma agenda de atividades em conjunto, para realizar a definição de ações estratégicas para a Pecuária Familiar para serem encaminhadas para o MDA, bem como para setores dos governos municipais e estadual.






 

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Seis em cada 10 brasileiros conhecem alguma mulher vítima da violência doméstica

Destaques da Pesquisa Percepções sobre a Violência Doméstica contra a Mulher no Brasil


Seis em cada 10 brasileiros conhecem alguma mulher que foi vítima de violência doméstica.

Desse total, 63% tomaram alguma atitude para ajudar a vítima (72% das mulheres e 51% dos homens), sendo que 44% conversaram com ela.  

Machismo (46%) e alcoolismo (31%) são apontados como principais fatores que contribuem para a violência.

59% das mulheres e 48% dos homens não confiam na proteção jurídica e policial nos casos de violência doméstica. 52% dos entrevistados acham que juízes e policiais desqualificam o problema.
Entre as principais razões para uma mulher continuar em uma relação violenta estão: para 27%, a falta de condições econômicas para se sustentar; para 20%, a falta de condições para criar os filhos; e para 15%, o medo de ser morta.

27% das mulheres entrevistadas declararam já ter sido vítimas de violência domésticaDas que relataram ter sido agredidas, 15% disseram ter sido obrigadas a fazer sexo com os companheiros.
Apenas 15% dos homens entrevistados admitiram ter agredido alguma mulher. Destes, 38% alegaram ciúmes, 33%, problemas com bebidas, enquanto 12% admitiram que agrediu sem motivo.

Reconhecimento da violência psicológica: 62% reconhecem como violência as agressões verbais, humilhação, falta de respeito, ciúmes e ameaças.   
94% conhecem a Lei Maria da Penha, mas apenas 13% sabem o conteúdo. A maioria das pessoas (60%) pensa que, ao ser denunciado, o agressor vai preso.

Esses são alguns dos achados da Pesquisa Percepções sobre a Violência Doméstica contra a Mulher no Brasil, realizada pelo Instituto Avon / Ipsos entre 31 de janeiro a 10 de fevereiro de 2011, em que 1,8 mil pessoas de cinco regiões brasileiras foram entrevistadas. Trata-se do segundo estudo realizado pelo Instituto Avon. O primeiro foi feito em 2009, em parceria com o Ibope. 

sábado, 27 de outubro de 2012

Desafio Cresça pra enfrentar a fome no mundo

Oxfam lança o Desafio Cresça e convida consumidores a mudar o sistema alimentar

São 5 princípios para que o consumidor ajude a promover um sistema de produção e distribuição de alimentos livre de injustiças

Segundo a FAO, 870 milhões de p
essoas passam fome no mundo, apesar de produzimos comida suficiente para alimentar a todos. Isso acontece por que nosso sistema alimentar global funciona mal e precisa mudar. Para tentar reverter esse quadro, a Oxfam lançou o Desafio Cresça. São 5 princípios que, se adotados por famílias em todo o mundo, provocarão mudanças positivas que ajudarão a construir um futuro sem fome.

“São princípios simples, como reaproveitar sobras das refeições, comprar em feiras de produtores agroecológicos e consumir alimentos da época. Muitos deles já são, inclusive, seguidos pelos consumidores. Nossa intenção era criar um lugar de convergência, onde muitas ações se encontram – todas debaixo dos mesmos princípios” comenta Muriel Saragoussi, coordenadora de campanhas da Oxfam.

Idealizado a partir da publicação Transformação Alimentar: Utilizando o Poder do Consumidor para Criar um Futuro Alimentar Justo, também da Oxfam, o Desafio Cresça já está em ação na Inglaterra, Espanha, México, Estados Unidos, Australia, Itália e Hong Kong, e chega ao Brasil na página da Campanha Cresça no Facebook (fb.com/CampanhaCresca). Seus princípios são: Evitar o Desperdício; Apoio ao Pequeno Agricultor; Consumo Sazonal e Regional; Explorar Novos Sabores; e Cozinha Eficiente.

O Desafio Cresça foi construído para ser mais do que um espaço unilateral de divulgação de receitas, dicas e ações. A intenção é que ele seja uma plataforma de diálogo e colaboração com os internautas, movimentos e organizações, que podem enviar novos conteúdos e participar ativamente do processo de mudança. Por isso, utiliza mídias sociais, como Facebook e Pinterest, e já conta com o apoio de Idec, Slow Food Brasil, ONG Banco de Alimentos, Mesa Brasil (Sesc/SP)Segunda Sem Carne e Vitae Civilis.


CRESÇA é a campanha da Oxfam para um futuro em que todos no planeta tenham o suficiente para comer. A campanha está unindo pessoas em todo o mundo a fim de ajudá-las a fazer mudanças positivas na própria vida e pressionar governos e empresas a agir com urgência. A campanha CRESÇA é uma visão de um futuro melhor. Ela nos envolve a todos.

A Oxfam é uma confederação de 17 organizações que atuam em 92 países pelo fim da pobreza e desigualdade no mundo. Ela busca soluções para melhoria das condições de vida no planeta e apoia a sociedade civil organizada e movimentos sociais locais e internacionais que lutam por mudanças de práticas, crenças e atitudes que resultem em mais justiça entre os povos.


Esse é o Desafio Cresça. Um Desafio que, por meio de 5 princípios simples, usa o poder de todos nós, cidadãos e cidadãs, consumidores e consumidoras, para construir um futuro livre da fome. 



E aí? Vamos juntos construir esse mundo?

http://bit.ly/desafiocresca

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Lavrense participa do Encontro Unitário dos Povos do Campo

Foto: Agência Brasil

Em meio à diversidade política, regional e cultural, os povos do campo decidiram se articular em torno da luta pela implementação de um novo modelo agrário no Brasil, e pressionar o governo federal. O Encontro dos Trabalhadores e Trabalhadoras e Povos do Campo, das Águas e das Florestas, que começa nesta segunda-feira (20) e vai até quarta-feira (22), em Brasília (DF), indica claramente essa nova etapa.
Cinco décadas após o histórico Congresso Camponês de 1961, ocorrido em Belo Horizonte (MG), distintas organizações sociais do campo se propõem, novamente em uníssono, lutar pela reforma agrária.
Os movimentos do campo pretendem distinguir, em alto e bom som, qual o modelo de desenvolvimento os trabalhadores anseiam, e qual deve ser, na visão dos camponeses, o modelo a ser superado. “O agronegócio representa um pacto de poder das classes sociais hegemônicas, com forte apoio do Estado brasileiro, pautado na financeirização e na acumulação de capital, na mercantilização dos bens da natureza”, afirma o manifesto preparatório para o encontro, assinado em fevereiro pelo MST, Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Cáritas, entre outras organizações.
Em termos gerais, se reivindica uma reforma agrária ampla e de qualidade (com produção e acesso a alimentos saudáveis e conservação ambiental, estabelecendo processos que assegurem a transição agroecológica).
Outro ponto da pauta é a garantia dos direitos territoriais dos povos indígenas e quilombolas e das comunidades tradicionais: terra como meio de vida e afirmação da identidade sociocultural dos povos.
Vital produz gado, mel e hortifruti em sua propriedade
O agricultor Vital Moreira, conselheiro do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, participa do encontro em Brasília, ele coloca que muitos produtores principalmente os mais jovens estão abandonando a área rural porque não tem acesso à terra.
Opinião: A realidade da região é que o Crédito Fundiário não contempla as necessidades dos agricultores, sendo assim é preciso lutar pelos assentamentos rurais, mas também é preciso ter uma legislação clara que não venha criar conflitos agrários. O que queremos é ter terra para produção de alimentos, com crédito, habitação e outras políticas que garantam a permanência dos agricultores (pecuaristas) no lugar que sempre deveriam estar: no campo.

sábado, 21 de julho de 2012

Quilombola dos Munhós Fazem encontro em Lavras do Sul

A Comunidade Quilombola Corredor dos Munhós de Lavras do Sul, esteve reunida hoje, (21.07) na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, com o objetivo de organizar a documentação referente á associação da comunidade.
Estiveram presente no Evento o Coordenador Regional da SDR, Nei Maurent e o ASsessor técnico da SDR, Renato Vaz que falaram das políticas públicas existentes para este público. Também o Presidente do STR, João Nunes e o 2º Secretário do STR de Lavras do Sul e líder da comunidade, Amilton Camargo, estiveram falando sobre as políticas sociais do campo.
Também foi apresentado um vídeo mostrando a Comunidade de Ibicuí da Armada em Livramento.
Agradecemos a toda a comunidade e as parceiros que desenvolvem o trabalho com a comunidade citando: Sindicato dos Trab. Rurais (STR), EMATER/ASCAR, Prefeitura Municipal e FETAG.



quinta-feira, 5 de julho de 2012

Produtor pode vender mais para a Merenda Escolar


Agricultores Familiares poderão vender até R$ 20 mil por ano para a Merenda Escolar
A resolução do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC) que amplia de R$ 9 mil para R$ 20 mil o teto de venda por agricultor para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) foi publicada nesta quarta-feira (4), no Diário Oficial da União. E, assim, o novo limite já está em vigor. A publicação ocorreu no mesmo dia em que o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) anunciou a novidade entre as medidas do Plano Safra da Agricultura Familiar 2012-2013. 
Até junho deste ano, o agricultor familiar e empreendedor familiar rural podia vender até R$ 9 mil por ano ao Pnae. Agora, cada agricultor pode vender mais do que o dobro deste valor e chegar ao limite de R$ 20 mil ao ano. "Essa medida representa uma oportunidade para a agricultura familiar ganhar experiência em comercialização", pontua o secretário da Agricultura Familiar do MDA, Laudemir Müller. "A possibilidade de vender até R$ 20 mil permite que ele faça investimentos para melhorar sua produção e se preparar, já que agora pode vender mais que o dobro do valor para o Pnae", diz Müller. 
A Resolução n° 25, de 4 de julho de 2012, altera a redação dos artigos 21 e 24 da Resolução nº 38, de 16 de julho de 2009, no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). 
Chamadas públicas 
A resolução também determina que as entidades executoras do programa deverão divulgar suas chamadas públicas para compra da Agricultura Familiar na Rede Brasil Rural – ferramenta criada pelo MDA, além dos meios já utilizados, como rádio e jornais. A partir de 2013, a circulação dos editais na Rede poderá ser obrigatória, mediante regulamentação especifica pelo FNDE. 
O coordenador da Rede Brasil Rural, Marco Antônio Viana Leite, comemora a publicação: "Isso demonstra que estamos implantando um novo mecanismo efetivo, que viabiliza e dá agilidade à comercialização da agricultura familiar", afirmou. 
Fonte: MDA